sábado, 12 de novembro de 2011

Novamente um arsenal de guitarras.

Então.
No mesmo sábado dia 12 de novembro as 8 da noite e chegavam ao rancho o povo da Skabout. Missão? Texturizar guitarras e iniciar a captação das trilhas para o álbum debut do povo. Para tanto vinham o Isaac Waszak e o Felipe Grahl armados até os dentes com um arsenal de equipamentos. Sim. Sangue no olho! Eu sabia o que procurava, assim como o Isaac e mesmo assim ficamos em função até lá por 1 hora da manhã decidindo a sonoridade de cada trilha, planejando e anotando o que queríamos, como queríamos e porque queríamos. Fizemos uma pequena pausa, uma planilha, traçamos o plano, respiramos fundo e bóra!
Foram tantas combinações de amplificadores, caixas, guitarras e efeitos que é impossível lembrar de tudo. Nesta primeira sessão focamos em produzir todas as trilhas clean, crunch e efeitos, para tanto, os amplificadores que utilizamos foram o Nando Pontin AC15, o Giannini True Reverber, o Fender Supersonic e o Serrano Amps Classman 25 EL34 Custom Head, que foi disparado o mais utilizado. As guitarras usadas foram uma Gibson SG, uma Gibson Les Paul com captadores P90, uma Fender Stratocaster com captadores David Gilmour, que são single-coils ativos e deixem-me dizer, maravilhosos, além de minha Tagima T735S. Como efeitos destacam-se o Fulltone Fulldrive 2 Mosfet, um Marshall Jackhammer, um Wah Wah Cry Baby e diversos outros efeitos do rack T.C. Electronics M-One. As caixas mais utilizadas nessa sessão foram a 2x12" Serrano Amps com falantes Jensen C12N e a Marshall 2x12" com falantes Celestion Vintage 30. Optei pela sala Chimango e para o transporte fui com o Cascade Gomez e o meu Shure SM57 sem transformador, enviando o sinal respectivamente ao audioFARM Electronics A312 e ao Universal Audio LA610, desses ao Manley Massive Passive e então ao Universal Audio 1176. Ainda utilizei um terceiro microfone, um Shure KSM44, na recepção do estúdio enquanto a sala Chimango ficava com a porta aberta. Este me serviu de microfone de ambiência e ficou muito legal! Depois foi baixar a cabeça e trabalhar. O Isaac matou a pau e gravou as trilhas como tinham que ser. Demos muita atenção aos solos e tivemos a oportunidade de compor as idéias conforme iam surgindo. Lá pelas 7 da manhã, depois de um gigantesco dia, encerrávamos a sessão com a missão quase cumprida.

Forte abraço!
Life's too short for bad tones!














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