quarta-feira, 30 de novembro de 2011

E segue o dia...

No mesmo dia 30, logo após nos despedirmos do Lúcio Agace e desfazermos o circo armado pra amparar a aparelhagem dele, era hora do Felipe Grahl se grudar e iniciar as captações de voz. O plano estava bem traçado, sabíamos pra onde iríamos e o que queríamos. A sonoridade que eu pretendia para estas novas músicas, embora compartilhassem do DNA musical e tenham herdado algo do EP anterior, nesse novo disco é sim, em muito, diferente do EP, enfim a idéia é sempre andar pra frente, de forma que esta sonoridade não compartilharia muita coisa com a anterior, tudo estava muito mais maduro e com as idéias mais bem fincadas na terra. Armei 3 cápsulas pro Felipe na sala Maragato, mantive a sala praticamente toda aberta pois queria que a sala influenciasse bastante na sonoridade, apenas fechei um pouco as laterais para que a coloração fora de eixo não tivesse importância maior do que eu imaginava. Enfim, montei uma voz principal, que seria com o Manley Reference Cardioid enviando ao Neve Amek Purepath CIB, em seguida ao Manley Massive Passive e então ao Universal Audio 1176, e duas outras cápsulas para fazermos outras vozes, backing-tracks e texturas alternativas com o Shure 55SH e com o Cascade Gomez, ambos enviando ao Universal Audio LA610, então ao Massive Passive e então ao 1176. Foi muito bacana, consegui as sonoridades que eu buscava e o posicionamento que eu imaginava dos backing vocals na mixagem.
Lá pelas 23 horas finalizávamos mais uma sessão com boa parte do material finalizado.

Forte abraço!
Life's too short for bad tones!






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