sábado, 27 de agosto de 2011

Re-largada!

Demorei com esse post, mas simbóra!
Porque re-largada? Bem, simplesmente porque foi no sábado dia 27 de agosto que iniciamos a produção do novo disco da banda Skabout. Como alguns aqui devem saber, fiquei muito faceiro e mega orgulhoso do último trabalho da Skabout, indicado ao prêmio Açorianos de Música em 2010, e por este motivo começamos esse novo trampo com energia reforçada e sangue nos olhos, no melhor dos sentidos. O último trabalho teve minha assinatura frente à produção musical, para este novo trabalho convidei o amigo, com autorização e aprovação da banda é claro, Sasandro para vir assinar a produção junto comigo e tenho certeza ter acertado em cheio, uma vez que a química rolou bem de imediato! Mais uma vez agradeço em nome dos guris a prefeitura de Esteio pelo incentivo e confiança e aviso desde já... Aguardem!
Como em qualquer pré-produção, não tenho muito o que falar a esta altura do campeonato. Microfone Shure KSM44 ao centro da sala e eras isso!
Como em todo trampo com a Skabout, a coisa foi muito tranquila, recheada de boas risadas, muito bom humor e uma linda vitória do Anderson Silva! \o/

Forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!








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sábado, 13 de agosto de 2011

Capitão Cavernaaaaaa!

Sábado, dia 13... Não lembro se chovia ou não, e lá pelas 14 horas eu abria as porteiras do rancho pra receber mais uma vez os amigos da Teto e Muro. Missão? Mais algumas vozes para o disco de estréia do povo. Peguei o recall sheet da sessão e tratei de acertar tudo como em nossos últimos encontros. Mas para relembrar o povo, a coisa foi mais ou menos assim, Manley Reference Cardioid, Neve Amek Purepath CIB, Manley Massive Passive, Universal Audio 1176 e pronto! Simbora! Depois foi fácil, o amigo (e maloqueiro hehe) Luciano Schneider (oheheo não pude deixar passar, se bem que não posso falar muito uma vez que eu também conservo uma barba do tempo das cavernas hehe) chamou na goela e aniquilou a pênis! Agora sim, falta pouquíssimo!

Forte abraço!
Life's too short for bad tomes.




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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Balões!

Quinta-feira 11 de agosto e mais uma vez eu abria as porteiras do rancho pra receber o pessoal da banda Ballahalls, aquele dia representada pelo Eduardo Vandré e pelo Ney Francisco, e o produtor do trampo, Ray Z. Fazia já um tempinho que eu não via o pessoal e por isso tínhamos bastante trova por contar, e como com eles a conversa solta e o riso é fácil, em pouco tempo já tinha esquecido que havia passado o dia todo mixando. Bóóóóóra... Qual missão? Gravar as vozes definitivas para o novo single do povo, Mentiras e Pasquins. Sala Chimango, Manley Reference Cardioid, Steadman ProScreen XL, Neve Amek Purepath CIB, Manley Massive Passive e finalmente Universal Audio 1176. Tadá! Pronto, daí foi só acertar a mixagem de fones com o Direct Sound Extreme Isolation EX29 e gravar! Vandré gravou sobre a mixagem o que ajudou bastante no climão da coisa toda e não mais que alguns takes depois e já tínhamos todo o material necessário.
Foi daí que se levantou o Ney... Eu vou explicar. O Ney é o "homem dos balões", de acordo com o Ray. O Ney tem um equipamento de medição acústica profissional e foi infectado com o diabólico vírus do conhecimento/equipamento, assim como este coitado que vôs escreve. Não falou nada pra ninguém, encheu alguns balões, posicionou o medidor com uma cara de doido e saiu estourando as bexigas em ambas as salas... Com uma cara de louco fascinado e um sorriso meio torto na boca ele afirmou que depois mandava as medições... E mandou! =)
Bem por enquanto é isso, para o lançamento do single o pessoal está também fazendo videoclipe, making of, documentário e tudo o mais. E já adianto, está muito massa, então não deixem de conferir e também prestigiar o restante do trabalho que está nota 10. Taca Ballahalls lá no YouTube.

Forte abraço!
Life's too short for bad tones!









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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Saindo do funil.

Como eu dizia, ainda faltava 50% do trabalho, logo...
AFUNILOU GORDINHO!
No outro dia, lá pelo fim da tarde retornavam ao estúdio o trio da ZeroDoze e o Ray Z para que déssemos continuidade aos registros das trilhas de baixo. Tudo seguiu como a sessão anterior e estava indo muito bem até que finalmente achamos algo pra atucanar o André Lacet! Mudamos um arranjo bem intricado de um pequeno trecho e daí sim, mazaaaaaaah AFUNILOU GORDINHO! hehe.
Enquanto ríamos e fazíamos alguma outra coisa ficou o André lá atucanado murmurando em silêncio e tirando o novo arranjo, não demorou muito mas o suficiente para que seguíssemos com a piada. A sessão seguiu tranquila e divertida até o lá pelas 23 horas quando ao terminar a última trilha ele gritou lá de dentro aliviado "SAÍ DO FUNIL!"... E foi.

Forte abraço e um tempo já que o Gordinho ia mochilar nas Europa.
Life's too short for bad tones!





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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Pressão!

AFUNILOU GORDINHO!
Foi uma das muitas frases de "incentivo" que o André Lacet ouviu durante a sua 1ª sessão para a gravação das trilhas de baixo do 3º álbum da ZeroDoze na terça-feira dia 9 de agosto.
Eu abri as porteiras do rancho lá pelas 17 horas para receber aquele que assina a produção do trampo comigo, o Ray Z, o Alemão, vulgo Cristiano Wortmann e o Argen_, vulgo Alberto Andrade. Ou seja, todo o time.
AFUNILOU GORDINHO!
Sabe aquele mix de ansiedade e pressão? Era nisso que apoiávamos as piadas hehe. Bóra.
As 1ªs trilhas seriam com o camaleão single-ended Serrano Amps Classman 25 EL34 Custom Head em "bass mode", ou seja, 6L6 no power, ECC803 no 1º estágio, ECC802 no 2º estágio e lo-cut desativado. O sinal era enviado à caixa 4x12 Marshall JCM900A. Hora do transporte, peguei o Cascade Gomez e o Rode K2. Como eu já havia feito um pré-teste, eu sabia o que queria, mas, algo aconteceu... Por algum motivo o K2 não quis funcionar, não havia o que fizéssemos. Peguei então o Shure KSM44, um microfone bem diferente mas que tinha a característica que eu buscava com o K2, sabíamos disso devido aos testes durante as pré-texturizações. Suei um pouco... Tá... Nem tão pouco assim, para deixar o som do KSM como o do K2, e após inúmeras mudanças de pré-amplificadores, equalização, compressão, esmeradas audições, cheguei ao resultado através de um cuidadoso posicionamento da cápsula combinada com a sonoridade do Universal Audio LA610 enviando o sinal ao Manley Massive Passive. Ufa. Embora o pessoal desse de ombros e se entre-olhassem me chamando de louco com os olhos e quase a ponto de me mandar catar coquinhos na tailândia, eu segui indo e vindo e, para minha felicidade, quando terminei e disse, "agora sim tá pronto", olhei para trás. Em todos pude ver as cabeças em sinal de afirmação e o verbo/substantivo/adjetivo "bah". O sinal do Cascade Gomez enviei ao Focusrite ISA428 e então ao Universal Audio 1176, e o último sinal, vindo diretamente do baixo através do super DI Radial JDV Mk III, foi enviado ao audioFARM Electronics A312, então ao Manley Massive Passive e então ao DBX160A. Lindo!
AFUNILOU GORDINHO!
O André pegou o belíssimo Fender Precision e sentou o dedo, a palheta, ou o que quer que dessem pra ele bater nas cordas do baixo... As vezes com tanta vontade que nem a manha do esmalte funcionou e não tivemos escolha senão implorá-lo que pegasse mais leve.
Trilhas após trilha realizávamos os ajustes e seguíamos. Lá pelas tantas foi vez do Ampeg STV3 PRO e do maravilhoso Musicman Stingray do Gordinho entrarem em cena. Simplesmente transportei a captação diretamente para a caixa 4x10, fiz os ajustes e seguimos sentando a lenha, até que lá pela meia-noite dávamos como encerrada a missão do dia com 50% do material registrado...

Forte abraço!
Life's too short for bad tones!





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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Calibre .012... Mas de leeeeve.

Eeeentão...
Mal acabava a sessão da Vera Loca e o Alemão, vulgo Cristiano Wortmann já nos aguardava ansioso por deixar o funil... Ao menos temporariamente, e dessa forma, transferir a carga de piadas e pressão ao Gordinho, vulgo André Lacet. Afinal, todos nós já sabíamos... Não vai dar... hehe.
Bóra!
Era a última sessão de guitarras e deixamos essa última etapa para o amplificador Serrano Amps Classman 25 EL34 Custom Head deixar marcado como que à ferro sua miríade de harmônicos limpos em meio aquele mar de acordes pesados que cada tema despejava. Mesmo assim, sem medo, ele cumpriu com o que precisávamos dele e com a elegância de sempre! Trancamos o Alemão dentro da sala Chimango onde preparei também a caixa Serrano Amps 2x12 e seus falantes Jensen. Novamente fui com o combo Cascade Gomez e Shure SM57 sem transformador. O sinal do 1º enviei ao audioFARM Electronics A312, em seguida ao Manley Massive Passive e por último ao Universal Audio 1176. O 2º enviei ao Universal Audio LA610 e pronto.
O resto? Moleza... O foda foi matar tempo procurando piadas e vídeos engraçados no Youtube já que o Alemão não erra mesmo e tudo que precisávamos já tínhamos planilhado... E, de quebra, o som tava lindo...

Bóra pro funil Gordinho!!!!! =D

Abraço!
Life's too short for bad friends!



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"Não podia faltar um Leindecker em um disco da Vera Loca..."

Foi a primeira frase que saiu da boca do Diego Dias assim que o Luciano entrou no rancho naquela tarde de segunda feira, dia 8 de agosto...

Ok, eu demorei demais em atualizar, não vai mais acontecer e estarei pondo em dia as posts do blog à partir de hoje. Como eu dizia. Demorei tanto que o disco da Vera Loca já tá aí, na rua! E antes que tome forma física preciso terminar o relato do trampo deste 4º disco do povo. Porém, antes de continuar a história preciso dizer algumas palavras. Primeiramente quero agradecer ao Ray Z, ao Dódi Salles, ao Hernan Gonzalez, ao Diego, ao Fabricio Beck, ao Mumu e ao Luigi Vieira pela oportunidade, pela confiança e pelo aprendizado. Me diverti pacas, fiz novos amigos e realizei um trampo duca com uma banda que virei fã e isso é rasgação de seda pública sim, pois eles merecem e me sinto honrado em ter participado do projeto. Brigadão povo, as porteiras do rancho estarão sempre abertas!

Agora sim... Como eu dizia, foi assim que conheci pessoalmente o Luciano Leindecker, que vinha até o rancho, guiado pelo Mumu, para registrar uma trilha de contrabaixo acústico... Sim, o roupeiro mesmo... em uma das trilhas dos guris. Depois daquele bate-bola rápido e apresentações fomos direto ao ponto. De cara taquei o Luciano e o armário dele dentro da sala Chimango e iniciei o transporte. Mas logo mudamos. O Luciano não estava se sentindo confortável e não tive dúvidas, trouxe ele para dentro da sala Farrapos conosco e daí sim pude monitorar como ele queria e a coisa começou a fluir. Depois de um delicado e carinhoso ajuste de marreta, hehe, sim, marretada no armário, aparentemente isso é um procedimento corriqueiro e nada rude para realizar o ajuste da ponte do instrumento. Recomecei o transporte. Pluguei a captação de linha do próprio baixo no super DI Radial JDV Mk III e mandei o sinal à 4 pré-amplificadores distintos. O 1º sinal enviei ao Avalon VT737sp. O 2º ao Universal Audio LA610, o 3º ao audioFARM Electronics A312, em seguida ao Manley Massive Passive e em seguida ao DBX160A, por último, o 4º sinal enviei sem tratamento nenhum à um dos pré-amplificadores da Focusrite/Digidesign Control 24 caso eu precisasse fazer algum re-amp maluco mais tarde... Não precisei... Bastou mais um pouquito de esmagamento com o compressor do LA610 seguido do Universal Audio 1176 durante a mixagem e voilá!

Foi isso gente. Não deixem de conferir esse mais novo trampo da Vera Loca pois está realmente fabuloso!
Novamente, obrigado a todos os envolvidos, foi uma longa e divertida jornada!
Forte abraço, Life's too short for bad tones!















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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Calibre .012 mesmo!

...
Na quinta-feira, dia 4 de agosto, a coisa continuava... Mas agora era vez das partes pesadas e foi então que entrou em cena o Mesa Boogie Dual Rectifier Road King. Não faz a menor idéia do que eu tô falando? Lê o post anterior.
No resto da cadeia do sinal nada mudou da sessão anterior para esta. Começamos a sessão mais cedo pois era muito material e o Alemão conseguiu se liberar mais cedo. Fomos metendo ficha até ficarmos quase loucos hehe. Novamente em excelente companhia e muito bom humor fossos gravando sem nem ver as horas passarem até que o corpo e a mente começaram a mostrar-nos que sim, haviam passado um bocado de horas. Nesta empreitada porém, lembrei que precisávamos de fotos!

EDIT: Bem... Olhando as fotos é que lembrei. Na verdade a sessão não encerrou como o que descrevi acima. Na verdade o que ocorreu foi que faltando 1 única trilha das guitarras pesadas a minha prestadora de serviços predileta fez o favor de me deixar no escuro por 14 horas... Obviamente tivemos que parar a sessão. Enquanto esperávamos porém deu tempo de comer um baita rango!

Forte abraço!
Life's too short for bad tones!






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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Guitarras da ZeroDoze.

No outro dia, lá pelo fim da tarde, e as porteiras se abririam para receber o povo da ZeroDoze. Missão? Guitarras. Produção turbo? Sim. O Alemão, vulgo Cristiano Wortmann, ou Paquita como diria o gordinho hehe, chegava acompanhado do resto do povo todo, o Ray Z, que assina a produção do disco comigo, o André Lacet, vulgo gordinho, e o Clandes... Tino, vulgo Alberto Andrade. Em meio a um cazilhão de piadas me toquei a acertar o transporte das texturas. Já tínhamos tudo pré-acertado. A realização de sessões de pré-texturização ajudam e muito em possibilitar a realização de produções mais expressas. Sala Maragato, caixa 4x12" Marshall JCM900A ao centro. Cabeçote Marshall JCM800. Gibsons Les Paul Custom e Standard e nada mais. Assim decidimos e acertamos a rusticidade da coisa. Tanto que até o Alemão foi para dentro da sala para junto do cabeçote e sentou a palheta incansavelmente enquanto eu acertava o som das cápsulas que selecionei para o transporte. Fui de Cascade Gomez e Shure SM57 sem transformador como sempre. O sinal do Gomez enviei ao audioFARM Electronics A312, dali ao Manley Massive Passive e então ao Universal Audio 1176. O sinal do SM57 enviei ao Universal Audio LA610. Após alguns ajustes e estava pronto o som. Bóra!
Devido a massiva quantidade de material acabei por esquecer de bater fotos da sessão =/
Há! Mas o gordinho, que ainda não estava no funil, salvou a pátria e bateu pelo menos uma foto para acompanhar solitariamente este post.
Foi massa!

Abração.
Life's too short for bad tones!


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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Teto e Muro retornando!

Então...
Fazia algum tempo que eles não davam as caras por aqui e eu explico o causo. O ocorrido foi que durante as gravinas de voz do álbum de estréia da banda Teto e Muro, trabalho que levará minha assinatura na produção musical, o Luciano Schneider, vocalista da banda, contraiu uma faringite das brabas! Das brabas mesmo, tanto que forçou-nos a pausar a produção por 2 meses...
Mas cá estamos de volta com o Luciano 100% recuperado e metendo bala! E então foi para isso que no dia 2 de agosto eu abriria as porteiras do rancho pra voltar a receber o pessoal, o Luciano, o Guilherme Borsa, o André Bertonchelli e o Vinicius Guazzelli para dar continuidade a produção do disco. Obviamente pusemos o papo em dia, não que não tenhamos nos encontrado em outros momentos, enfim, bóra!
Preparei novamente sala Chimango, procurei fazer um recall das sessões anteriores. Manley Reference Cardioid ao centro enviando o sinal ao Neve Amek Purepath CIB e então ao Universal Audio 1176. O que aconteceu de diferente nesta sessão digno de nota foi o uso do Shure 55SH também, já que para uma das trilhas de backing tracks procurávamos algo um tanto quanto lo-fi e com uma característica mais antigueira, ele funcionou. O Luciano chamou na goela e assim foi gravando trilha após trilha até que quase não tivesse mais voz. Gravamos também alguns vocais utilizando o resto dos guris no estilo crowd e voilá, missão cumprida!




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