domingo, 15 de maio de 2011

Fim-de-semana Baltimore, parte 2.

Domingo dia 8... Não mais em loop e no horário correto, abro as porteiras do rancho para dar continuidade ao trabalho iniciado no dia anterior com a banda Baltimore e o Mr. Ray Z. E veio toda a turma novamente, o Gabriel Ijuí, o Marcelo Allende, ou Slashinho, o Vini Vitola e o João Paulo. Simbora. O Ray já vinha com o plano todo na cachola "Modernão nas bases, quero o Mesa, e gordão, 4x12". Nada de room mics, queríamos o som "quase que pronto", em se tratando de ambiências, pois a idéia era algo quase bone dry mesmo. Fiquei então com a sala Chimango e, para o transporte da sonoridade da caixa Marshall JCM900A 4x12" e seus falantes Celestion, comecei com meu novo combo básico, Cascade Gomez enviando ao audioFARM Electronics A312, pad ativado, ganho no talo! Deixei a compressão natural agir legal e deixei o respiro da caixa aparecer, mas para controlar a situação e estabilizar melhor o sinal, adicionei o Universal Audio 1176 ao sinal, comprimindo de leve e de forma mais lenta. Depois posicionei o Shure SM57 sem transformador e enviei o sinal ao Universal Audio LA610, que, com sua capacidade de selecionar a impedância de entrada em 500 ohms, cria um casamento quase perfeito para o SM57 que, sem o transformador, faz com que sua impedância caia para próximo dos 600 ohms. Por último posicionei um Sennheiser MD421II e enviei o sinal ao Avalon VT737sp, pois dessa vez eu estava atrás de utilizar o MD421II para uma tarefa diferente do que de costume e buscar um brown sound bem macio com ele. "Por que?" Eu explico. Eu gosto muito da definição de baixas e média-baixas do 421, embora as altas e média-altas sejam muito hyped up para o que eu queria, eu não as usaria e por isso achei que iria funcionar. E funcionou! Ficou muito legal!
Com estes 3 sinais, fases ajustadas, afinador em modo online, bóra! Hora do Mesa Boogie Dual Rectifier Road King brilhar. Tiramos alguns bons minutos acertando os canais do Mesa para decidar quais sons usar em quais trilhas e com quais guitarras e com quais ajustes... E daí sim bora meter ficha! O Ijuí então se grudou na sua Epiphone Firebird e na Gibson Custom do Ray, daí começou a registrar com muita pegada, groove e personalidade as trilhas para os temas. O Serrano Amps Classman 25 EL34 Custom Head ainda fez uma participação, como de costume, quando foi preciso gravar uma trilha clean, já que esta é sua especialidade. Missão cumprida! Para o Ijuí, pois era hora do Slashinho, que a esta altura estava se coçando para meter ficha! Armado então de uma Epiphone Signature Slash, igual a minha, além da Gibson do Ray, começamos a 2ª parte da missão. Iniciamos captando algumas trilhas que usariam os canais do Mesa, fazendo os ajustes necessários e então partimos para os sons que usariam o Marshall JCM800. O Slashinho também matou a pau, improvisou um solo que todos curtiram muito e praticamente o proibiram de não gostar hehe, e assim foi registrando as trilhas necessárias uma à uma. O trampo do pessoal é muito bacana e com certeza os amantes do bom e velho gênero rock devem conferir!

P.S.: O Vini táva bem louco pra gravar também hehe.

Agora sim, na próxima é ele! Forte abraço.
Life's too short for bad tones!








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