terça-feira, 29 de março de 2011

Pré-produzindo 21 gramas parte 3.

No mesmo domingo passado...
...Eu abria as porteiras do rancho, lá pelas 19:30 horas, para receber o Douglas Dimmer, o Marcelo Tavares, o Rian Tavares, o Bruno Satriani e o Luiz Fernando, o pessoal da banda Gra(21)maS! hehe =)
Missão, dar continuidade as pré-produções do primeiro EP da turma. Meu plano era realizarmos uma pré-captação das idéias produzidas até o momento para avaliar idéias de texturização e direcionamento, além de avaliar parte literária e interpretação do 2º tema principalmente, porém, como o pessoal estava empolgado, partirmos para a composição/arranjo do 3º tema. E valeu a pena. O rabisco de uma nova canção muito interessante que apresenta uma outra faceta que a banda pode vir a explorar apareceu, e, aparentemente, agradou à todos os presentes!
Logo, golaço! E foi isso, um Shure KSM44 ao centro da sala Maragato enviando ao Avalon VT737sp e pronto.

Forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!








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segunda-feira, 28 de março de 2011

Guiando a Emanuel.

Nesse domingo a coisa foi longa!
Logo às 14 horas eu recebia o pessoal da banda Emanuel. Missão? Acertar o tema que estamos em produção. Montamos a coisa toda rapidamente e pusemos o papo em dia. Em nosso último encontro modificamos bastante coisa no tema que estamos trabalhando de forma que ao finalizarmos aquele encontro eu pedi que os guris praticassem sem minha presença, e quando o tema e todas as modificações estivessem 200% era pra eles me avisarem. O aviso veio... E os guris vieram para vermos como estavam as coisas... Eles não estavam brincando, o tema estava 203%! Eles aproveitaram e me mostraram outros 2 temas e possíveis candidatos às próximas produções. Logo após seguimos então para preparar a guia para darmos início as captações. A coisa foi bem simples, uma rápida linha de baixo, guitarra e voz. Missão cumprida!
Agora é praticar e captarmos! =)

Um forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!






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Mais teclas com a Teto e Muro.

Mazaaaah!
Foi nessa sexta-feira, lá pelas 14 horas que eu abria as porteiras do rancho para voltar a receber o pessoal da banda Teto e Muro e dar continuidade às captações de teclados do seu André Bertonchelli. Então, foi às 14 horas e eu recebia o dito cujo além do seu Guilherme Borsa. Papo em dia, planejamento acertado, fichas de produção na mão... Bóra! Captando a saída MIDI do teclado do André seguimos o baile, e como de praxe, para cada tema, cada trilha, íamos fazendo as alterações necessárias na timbragem do instrumento. Mais tarde ainda recebemos o seu Foguinho, vulgo Vinicius Guazzelli e também o Luciano Schneider. Seguimos o baile e dessa vez ainda captamos algumas trilhas diretamente em áudio, usando a entrada de instrumento do Focusrite ISA428. Ficou muito legal. Como de praxe, com o auxílio do capanga oficial, Eduardo Sarrafo, ainda fizemos um belíssimo churrasco, tomamos algumas geladas e demos bastante risadas. Agora, estamos à uma sessão de finalizar a captação das teclas e dar início às vozes!

Forte abraço!
Life's too short for bad tones!


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terça-feira, 22 de março de 2011

Mais guitas!

E durante o sábado e domingo?
Bem, daí era dia de voltar à receber os guris, e gurias, da Overvolt e dar continuidade às captações de guitarra do seu Dudu. Veio a turma toda pois faríamos um churrasco logo após. Sim, todo mundo, Guilherme Paranhos, Lucas Farias, Celso Zanini, Glauco Guimarães e Eduardo Rimolli. Mas vamo que vamo! Tínhamos um arsenal nas mãos, mas algumas das ferramentas estariam conosco por pouco tempo e eram ferramentas importantíssimas, de forma que nos concentramos em captar todo o material no qual elas emprestavam seu charme ao DNA musical, e, dessa forma, também nos concentramos em captar boa parte dos sons limpos, ou seja, dia do Serrano Amps Classman 25 EL34 Custom Head brilhar, junto do Fernando Pontin AC15 e seu tremolo válvulado. Bem, e como foi? Marshall JCM900A ao centro da sala Maragato. Microfones? Cascade Gomez, Sennheiser MD421II e, de volta à ativa, Shure SM57 sem transformador! \o/ Sim, abri mais um e refiz a cirurgia plástica! hehe. Gomez enviando ao seu bom e velho companheiro Universal Audio LA610... Antes que perguntem, sim, o audioFARM Electronics A312 está na fábrica, A.K.A. Nando Pontin hehe. SM57 mandando ao Avalon VT737sp e MD421II enviando ao Neve Amek Purepath CIB. Os dois primeiros sempre passavam por um segundo estágio de compressão nos Universal Audio 1176. Bem... Em cada trilha algo mudava, seja guitarra, regulagens no amplificador, nos efeitos, nos pedais, enfim, as coisas mudavam de forma que diversos ajustes eram necessários de trilha para trilha, com uma atenção redobrada à interação entre os estágios de compressão. Fazer uma pequena lista do que foi usado iria gerar muitos nomes, de forma que a melhor forma de fazê-lo é mostrando fotinhos! Bem, gravamos bastante coisa, pomos o papo em dia, rimos muito e comemos um churrasco que obviamente levaria à um carreteiro com cerveja no dia posterior hehe.

Foi por aí. Forte abraço!
Life's too short for bad tones!




















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Sons muuuuito esquisitos!

Corre, corre, corre!
Pois é, o bicho continua pegando por aqui então vou mais uma vez ser forçado a resumir. =/
Mas deixar de registrar? Nunca! Então, na última terça e sexta-feira foi dia de voltar a receber por aqui o André Bertonchelli e o Guilherme Borsa. Missão? Captar teclas para o álbum debut da banda Teto e Muro, que tá ficando uma senhora de uma patada! Eu já sabia de antemão que teríamos uma longa e lenta missão pela frente... Não por falta de competência do André, muito pelo contrário, mas porque seria necessário uma longa e delicada pesquisa para texturizar corretamente as trilhas que estamos registrando. Estamos registrando tudo em MIDI para que eu tenha maior controle posterior. "Mas Mateus, se tu terás tal controle após as gravinas porque não fazer depois?" Porque primeiro eu preciso da argila para só depois moldar alguma coisa, de forma que é muito importante saber de uma forma não-tão-grosseira-assim como que as coisas tem que soar. Bem, a gigantesca maioria do material será posteriormente processada pois a plasticidade digital dificilmente funcionará por aqui, amplificadores e periféricos externos serão usados, mas quando chegarmos a esta sessão eu re-entro no fator "analogador" da coisa para discutir... O big-mono, as belezas não-lineares e tudo o mais.
A coisa foi tão corrida que inclusive esqueci de bater fotos na terça, e quase esqueço de bater na sexta. Mas valeu, foi-se 50% do disco!

Um forte abraço!
Life's too short for bad tones!



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terça-feira, 15 de março de 2011

Blending away!

Ae!
Bem pessoal, esse post não tem foto mas como é uma coisa muito interessante sou forçado a escrever algo. O causo ocorreu agora durante a primeira parte das mixagens para o 4º disco da banda Vera Loca. Calma, ainda vamos gravar mais coisas mas já dei início a etapa que chamo de "edições". Ela faz parte do que poderia ser considerado a mixagem, o único motivo pelo qual eu deixei de considerar esta etapa como mixagem e separá-la, é porque esta etapa é muito menos artística e musical que a mixagem propriamente dita, onde todas as ações e foco estão centradas na parte musical, no som, na arte, no sentimento, no groove... Nas etapa do que eu chamo de "edições", embora possua uma parte um tanto quanto musical, é uma etapa muito mais mecânica e técnica, mas ainda assim estética. Nesta etapa eu realizo as edições, as quantizações, aplico os "elásticos", o beat detective, tudo, quando e se necessário. Ainda realizo uma higiene aural, limpando "silêncios", aplicando fades e "manualizando" gates, realizo o blending e então o summing de alguns canais que possuem multi-pistas, como vozes por exemplo, realizo todas as correções de pitch necessárias e de forma superficial ainda acerto o equilíbrio e panerização entre os elementos. Mas do que se trata esse post afinal? Bem, de tudo que a era digital no áudio nos possibilita! A infinidade de opções e portas para outros métodos de trabalho assim como trabalhos coletivos, e estou falando isso porque hoje a noite tive mais uma das eternas discussões do velho contra o novo. Pois bem, essa faceta do novo é imbatível! "Então Mateus, desembucha logo!"
Ok, ok. Olhem que massa isso e me respondam como alguém pode ignorar uma vantagem dessa. Dias atrás o Ray Z levou daqui todos os takes de vozes captadas para o disco. Mais tarde, para alívio logístico, sem terem de se deslocar até o rancho, o Ray e o Fabricio Beck, com calma na casa do Ray, e utilizando nada mais que um notebook, fizeram o comp-tracking dos takes enquanto eu trabalhava em outra coisa. Ao terminarem, recebo do Ray através de um folder compartilhado por um serviço chamado Dropbox, 1GB de arquivos de vozes nas quais realizo o blend/summing durante minha etapa de "edições", para agora, estar enviando de volta ao mesmo folder as vozes blended/summed para que o Ray e o Fabricio possam então fazer as correções e me enviarem de volta para a mixagem! E melhor, sem alteração alguma na qualidade do material. Isso seria simplesmente impossível em épocas passadas.

Forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Murmúrios!

Hehe, o causo que gera o título do post for cômico mas não terei tempo nem habilidade para contá-lo pois o sono e os compromissos batem à minha porta de aríete, logo, vou direto ao ponto!
E no sábado e domingo?
Bem, aconteceu bastante coisa, mas como foi tudo muito corrido, fotado, só tenho de uma notícia. Gravinas das vozes da Start Select. Lá pelas 14 horas e eu abria as porteiras do rancho pra receber o Rafael Zucatti e o Will. Então, a missão era longa. Bora ao trabalho. Eu já havia realizado algumas captações da voz do Will, de forma que fui atrás de re-criar. Sala Maragato, uma ambiência mais curta, brilhante e não muito densa. Como cápsula optei pelo Manley Reference Cardioid e realizei alguns testes entre os pré-amplificadores até que acabei optando pelo Neve Amek Purepath CIB. Novamente utilizei uma segunda etapa de compressão, como já é de praxe. No primeiro estágio estabilizei o sinal enquanto no segundo, no Universal Audio 1176, domei os picos. E ficou lindo! Daí, depois foi fácil, o Will mandou muito e uma-a-uma fomos registrando as trilhas até que a voz do Will sumisse... Para então continuarmos no dia seguinte do mesmo lugar... Entre bastante risadas, inventamos muuuuita moda e efeitos hehe, o que tornou tudo ainda mais interessante! Desculpem a correria mas preciso mesmo resumir!

Um forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!

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Um cajón diferente!

Quinta-feira...
E eu abria as porteiras do rancho para voltar a receber o Thiaguinho... Missão? Realizar a captação das percussões para o álbum da Start Select... Que agora sim, aproxima-se do fim dessa etapa! =)
Então, fazia bastante tempo que não nos víamos de forma que gastamos um tempo pondo o papo em dia, ouvindo os sons e bolando os planos. Uma horinha depois e demos início aos trabalhos. Começamos direto com o cajón, optei pela sala Maragato e posicionei tudo ao centro. Acertei a ambiência de forma à termos algo não muito denso e nem muito longo. Dessa vez não tive dúvida e fiz como o Naná, vulgo Sasandro, me disse para fazer, e funcionou muito bem! Shure SM58, sim, SM58, na boca do respiro e o Shure KSM44 captando pela frente. O sinal do SM58 enviei ao Neve Amek Purepath CIB enquanto o sinal do KSM enviei ao Avalon VT737sp. Daí foi fácil! Após gravar a trilha com cajón reposicionei o KSM e ele foi a ferramenta usada para captar todas as demais trilhas que incluíram, caxixi, quexada, shaker, meia-lua, carrilhão e agogo. Não muito tempo depois e finalizávamos a sessão, logo aṕos o meio-dia.

Forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!

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sexta-feira, 11 de março de 2011

Boi-bumbá ou bumba meu boi?

Sei lá,
só o que sei é que minha mãe tinha esse penduricalho a anos sobre a porta dela... E eu sempre ficava namorando ele mas não queria roubá-lo na cara dura, de forma que fazia um esforço para que magicamente minha mãe ganha-se o poder de ler as mentes e do nada chegasse e me presenteasse com o tal pendurico...
Obviamente isso não aconteceu pois nem eu nem minha mãe conseguimos desenvolver um elo telepático ainda, mas isso não significa que o tal boi não iria virar mais Juju!!!!! \o/
Pois é... Pûs tanto olho gordo nele que ele caiu e quebrou. Fui visitar os velhos e vi o boi quebrado próximo ao lixo e perguntei seu destino, com a confirmação de que seria material de reciclagem daí sim me adonei... A Chelle colou ele e então o estúdio ganhou mais um Juju!

Bring me sound and I'll make you music!

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domingo, 6 de março de 2011

Cavoca Sandrinho!

Hoeohehoeohehoehoe
Sexta-feira?
Esse sim foi um longo dia. Lá pelas 16 horas e eu abria as porteiras pra receber o Guilherme Borsa. Missão? Finalizar a captação das trilhas de baixo para o disco da banda Teto e Muro. O Guilherme veio armado novamente de sua Line6 Bass Pod XT Live e baixos Ibañez Soundgear, D.C.C. Custom e Cort Curbow. Sabíamos que iríamos longe então não pestanejamos, deixamos a ceva gelando, botamos a carne na geladeira até o pessoal chegar e bóra! Preparei a mesma configuração de sala e transporte que a sessão anterior, Marshall JCM900A ao centro e uma ambiência mais neutra. Como cápsulas preparei o Cascade Gomez e o Manley Reference Cardioid. O sinal era gerado no Pod e dali ia para um D.I., e do D.I. o sinal ia ao amplificador, no caso, o Serrano Amps Classman 25 EL34 Custom Head em bass mode (ECC803/ECC802, 6L6GC, loop de negativação ativado, hi-pass desativado; mas confesso que dessa vez utilizei também as EL34 e digo... Ficou legal!), e também diretamente à um dos pré-amplificadores. Qual ia plugado em qual? Como na última sessão, mudava constantemente, exceto pelo Manley que permaneceu fixo no Neve Amek Purepath CIB, enquanto o sinal direto do D.I. e o Gomez alternavam entre o Avalon VT737sp e o Universal Audio LA610. Os compressores Universal Audio 1176 e o DBX 160A apareciam constantemente, horas comprimindo o sinal de um dos microfones, horas o sinal direto do D.I., assim como o BBE Sonic Maximizer 882i, o rack T.C. Electronics M-One também aparecia constantemente, horas no loop de efeitos do cabeçote, horas no signal path do D.I. Foi uma senhora bagunça mas foi muito legal!
Enquanto sentávamos a lenha chegou o resto do povo, o Foguinho, vulgo Vinícius Guazzelli, o Eduardo Polidori e o Luciano Schneider. Obviamente junto de muito bate-papo e cervejada fomos matando os temas um à um, até que a fome falou mais alto e paramos para a hora da churrascada quando o capanga avisou que tava pronto! Gente, é foda explicar, rimos muito, mas muito mesmo, contamos muita história e é uma delas que dá título ao post hehe, mas é impossível contar o causo...
Enfim, após o churrasco voltamos ao estúdio para finalizar o trampo e seguimos metendo ficha até as 4 da matina quando finalmente diríamos "missão cumprida!". Mas não antes de criar um som para a piada da sessão, bagunçarmos bastante com um pitch-shifter e com algumas edições... E quando doía de tanto rir, e com personagens e histórias novas para o folclore local... Daí sim, terminamos! O Guilherme matou a pau novamente!

Forte abraço e agora que venha o seu André!
Life's too short for bad tones!




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