terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Guitarras nucleares!

Hehe,
começava sábado... Mais cedo que o esperado... 9:20 e uma buzina me acordava. Não sei porque me acordei de sobressalto e com uma "?" sobre minha cabeça, pois era óbvio... O Foguinho tinha chego. Mas porque 40 minutos antes diabos? Hehe, o tarado mal dormiu pensando na gravina. Enfim, entrei dentro da roupa, tomei um café na ligeireza e bóra! Era dia de iniciar as captações de guitarra da Teto e Muro, e o Foguinho, vulgo Vinícius Guazzeli, estava a fim de trabalho! Botamos o papo em dia, contei o que era "aquela caixinha nova ali em cima" (o audioFARM Electronics A312) e traçamos o plano. Optei pela sala Maragato, como já havíamos pré-texturizado a coisa toda eu já tinha todo o planejamento no papel e já sabia o que iríamos usar, quando e como, logo, posicionei ambas as caixas, a 4x12" Marshall JCM900A e a 2x12" Serrano Amps Jensen C12N no centro da sala. Selecionei para o transporte 4 cápsulas, o Cascade Gomez enviando para o audioFARM Electronics A312, que iria realizar sua 1ª captação oficial, seu debut, o Shure SM57, versão de fábrica, enviando ao Universal Audio LA610, o Sennheiser MD421II enviando ao Avalon VT737sp e o Shure KSM109 enviando ao Neve Amek Purepath CIB.
O Foguinho veio armado até os dentes, munido de bons amigos, trouxe consigo sua Ibañez custom, captadores Cabrera V8 (que ficou muito bom na guitarra), braço D.C.C., uma Ibañez Paul Gilbert e sua Condor Stratocaster com captação Kent Armstrong. Além disso, ainda trouxe consigo um MXR Phase 90 EVH, um Ibañez Tube Screamer TS9DX, um Hobbertt Simulamp e um Boss CE-2. Estávamos bem! Começamos. O plano era o seguinte, fazíamos o recall da timbragem planejada e logo após a testávamos no tema contra as demais texturas extras até chegarmos à timbragem correta. Em 75% dos casos a pré-texturização se mostrou correta e apenas alguns ajustes foram necessários, nos outros 25% a timbragem da pré-texturização não foi a utilizada. Bem, no breve resumo das coisas todas, dessa vez o Mesa Boogie Dual Rectifier Road King deu um show e matou uns 45% do material, com o Serrano Amps Classman 25 EL34 Custom Head comendo outros 35%, o Marshall JCM800 outros 10% e o Nando Pontin AC15 os outros 10%. Os efeitos, guitarras e regulagens mudavam muito de música para música conforme as trilhas iam surgindo. Ainda chegamos a utilizar o Fulltone Fulldrive 2 Mosfet e o rack T.C. Electronics M-One. Conforme as horas foram passando o resto da trupe se juntou à nos, o André Bertonchelli, o Luciano Schneider e o Guilherme Borsa, ainda tive o prazer de conhecer a Karina Lynn, e por fim comemos um puta churrasco!! Agora deixa eu falar de mais algumas coisas... 1º, o Foguinho obliterou a pingulin (porque matou a pau é feio porra!) de forma impressionante... Sim, este é o adjetivo correto. 2º, o A312 também destroçou a pinto! E sim, este também é o adjetivo correto. Caralho! Guitarras nucleares foram o resultado! O combo Gomez+A312+Universal Audio 1176 é simplesmente de outro mundo! AAaa, sim, foi depois da experiência de sábado que digo sem mentiras e nem exageiros que o botão magia tem nome sim, mas escreveram errado na serigrafia, escreveram pad no lugar... Desconheço signal chain melhor para captar guitarras... Não importa a densidade da mixagem ou quão busy uma trilha ou arranjo seja, o A312 engole as guitarras e cospe-as na tua cara com uma grosseria de torcer o bigode de qualquer um... Como fez com toda a banda e com o James no outro dia... Mas isso conto no próximo post...

Forte abraço!
Life's too short for bad tones!













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