quarta-feira, 19 de maio de 2010

Serrano Amps: Victory 45.

Aeee!
Post bem atrasado, mas por um motivo de força maior desta vez... Mas bora! Antes tarde que nunca já diziam...
Trata-se do teste do bixo... Sim, finalmente, na segunda-feira retrasada, fizemos os testes do amplificador Serrano Amps Victory 45! Amplificador que estava nos deixando muito curiosos... Eu, o Dudu e pelo menos mais uma meia-dúzia de gente hehe.

Pois é, foi muito legal, pois além do infinito bate-papo, que já é de costume toda vez que o André Serrano vêm aqui, desta vez a mentalidade sobre a concepção do áudio para o vídeo de demonstração do Victory 45 seria diferente. Eu explico. Nos demais vídeos que fizemos da Serrano Amps tínhamos em mente a "transparência" do áudio, digo "transparência" em relação ao que ouvirás do amplificador em qualquer estúdio do mundo, pois nosso objetivo era "isso é o que ouvirás do amplificador em qualquer lugar que fores", pois estávamos usando o microfone padrão do mercado, uma técnica de microfonação padrão no mercado e um pré-amplificador padrão de mercado, além de utilizar toda a cadeia de sinal completamente flat. Nosso objetivo não era fazer o som mais bonito (até porque isso é muito subjetivo), nem o transporte perfeito, mas sim apresentar essa "transparência" que descrevi acima.

Desta vez porém, o André queria mostrar outra coisa do amplificador... "esse som está absurdamente fidedigno, porém ele não mostra a sensação que o músico têm ao tocar com o amplificador, e nem como ele soa ao-vivo" e foi pensando nisso que minha missão mudou e desta vez, busquei captar essa sensação e esta outra "transparência", a "transparência" de demonstrar o feeling do amplificador. Para tanto escolhi 2 cápsulas, o Cascade Gomez, enviando o sinal ao Universal Audio LA610, e o Manley Reference Cardioid mandando ao Avalon VT737sp funcionando como nosso room mic. Após acertado os microfones o Eduardo Rimolli, vulgo Dudu, sentava a palheta, depois ouvia e descrevia a sensação, nos ajudava a saber o que faltava e o que sobrava comparado ao que ele estava ouvindo dentro da sala, e assim fomos, "tweakando" a cadeia de sinal, até chegarmos o mais próximo possível daquela sensação que o músico tinha ao tocar com o amplificador... Obviamente esse transporte perfeito do feeling é meio que impossível, pois depende de milhões de fatores, como o headroom do amplificador, a resposta da sala, nossa vibração óssea, etc, mas enfim, tínhamos agora um áudio um tanto quanto "transparente" da sensação de tocar no Victory 45. E todo mundo gostou muito! =)
Mais uma vez digo, o André é um mago e esse amplificador não seria diferente, ele é muito foda!

Um forte abraço!
Life's too short for bad tones!

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