segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ser Nativo!!!

 Foi na sexta-feira, dia 21 de maio que se deu o início dos trabalhos do álbum Ser Nativo de Rudy Kestering. Lá pelas 14 horas chegavam ao audioFARM, eu (Sasandro), o Rudy e a Sheron Gamba, fotógrafa que aproveitou o visual do estúdio e os cavalos do Haras da Dany (irmã do Mateus Borges) para registrar algumas fotos para a capa e encarte do futuro álbum. Nesse dia basicamente fizemos as fotos e registramos as músicas se uma forma bem simples para poder dar início as pré-produções.
Confiram abaixo o belo trabalho da Sheron Gamba:

Já na quarta-feira, dia 26 de maio, foi o início das gravações propriamente ditas, lá pelas 9:00 da manhã chegavam eu e o Rudy novamente no rancho audioFARM para dar inicio as gravações das trilhas que serviriam de guia para os temas. Capturamos o áudio direto na sala Farrapos com o violão plugado no D.I. do Avalon VT737sp enquanto capturávamos uma 1ª voz com um Shure SM57 enviando o sinal direto à um dos pré-amplificadores da Digidesign/Focusrite Control 24, para em seguida ser registrada com um Shure KSM44, posicionado dentro da sala Chimango, e tendo seu sinal enviado à um dos canais do Focusrite ISA428 > Neve AMEK Purepath CIB. A gravação rolou até lá pelas 17:00 pois eu tinha que ir para o IGAP dar aula. Agora que venham as gaitas do meu amigo Luizinho.

Abraço e bons sons.

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domingo, 30 de maio de 2010

Skabout pré-produzindo.

Ae!
Não vou ficar aqui xingando meu sócio gago, gordo e careca somente porque ele ainda não postou sobre o trabalho com o Rudy Kestering ocorrido na semana passada e nesta última quarta-feira...
Vou é falar da sessão de hoje, sábado, dia de mais uma largada! Dessa vez a bandeirada foi para o trabalho de uma banda de Esteio/RS, a Skabout, do meu amigo Felipe Grahl. Na realidade, o "namoro" havia começado no início do ano de 2009 e de lá para cá o projeto maturou, adquiriu novas cores e ficou ainda mais legal. Mas vamos nessa, eram 15 horas quando eu abria as porteiras do rancho. O primeiro a chegar por aqui foi Cesar Cogo, vulgo Cesinha. Após um rápido bate-papo, e enquanto ainda preparávamos o kit da sala Maragato para as pré-produções, chegavam o resto da turma, Isaac Waszak, Felipe Grahl e André Lobo. O pessoal chegou afiado e com fome de bola, então, bora trabalhar! E foi muito simples, além de muito entrosados e equipados, todos os temas que iríamos trabalhar já estavam "muito bem obrigado", e como não há o que consertar quando nada está quebrado, foi tudo muito rápido e direto, e quando soavam as 20 badaladas, já tínhamos os quatro temas com o carimbo de "ok". Tecnicamente não houve nada demais, novamente, o de praxe, Shure KSM44 em padrão omni ao centro da sala ouvindo o que fazíamos para que pudéssemos analisar posteriormente, pensar os arranjos, imaginar texturas e "tweakar" os detalhes. MAS, MAS, tenho que mencionar uma coisa, estou impressionado com a pedaleira Bass POD da Line 6 que o André trouxe consigo. Aliás, absurdamente impressionado! Ela não somente permite um leque incrível de timbragens e efeitos mas eleva as possibilidades a uma dimensão que arrisco dizer... quase de síntese! Não, não estou exagerando. Me apaixonei. Puta equipamento que nas mãos de um músico criativo e inspirado só podia gerar um resultado... Puta som!

É isso ae povo. Parabéns pelo projeto e obrigado por me escolherem para assinar a produção musical. Até nosso próximo encontro.
Forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Émerson e Tiago disponibilizam single.

Para os amigos e curiosos, a dupla Émerson e Tiago, juntamente da Megaphone Produções, disponibilizaram o 1º single da dupla em seu site oficial. O trabalho gravado, mixado, masterizado e produzido aqui nos estúdios audioFARM contou com os arranjos de Maurício Muniz, que ainda gravou violões e guitarras, com o Andy gravando baixos e gaita e o que vôs escreve gravando as baterias e percussões. Na parte técnica, as captações ficaram as meus cuidados e do Sasandro. Ainda atuei como engenheiro de mixagem e masterização. O trabalho, contendo o restante do material deverá estar disponível muito em breve. Até lá confiram o 1º single em www.emersonetiago.com.br

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terça-feira, 25 de maio de 2010

Start Select rumo às gravinas.

...A domingueira continuava, e pontualmente às 19:30 horas eu abria as porteiras do rancho pra me despedir do Nando Rosa e já cumprimentar os guris da Start Select que chegavam para o que seria a última sessão de pré-produção para o futuro disco da banda. E por esse motivo, fui obrigado a "fotar" o encontro. Técnicamente, não houve nada demais. Procedimento padrão, Shure KSM44 em padrão omni "ouvindo" a sala e mandando o sinal ao Avalon VT737sp. O interessante deste último encontro de pré-produção foi a forma como trabalhamos um dos temas, que possui uma roupagem mais acústica, pois o resultado ficou muito legal e como o tema já nasceu com esta roupagem, ele não soa como uma versão acústica de uma música elétrica. Nesta jornada até aqui fico feliz em perceber que a própria banda descobriu características novas em seu próprio estilo. Adquiriu confiança e conseguiu redesenhar temas e amadurecer idéias, ousar e tentar sem medo enfrentar o monstro desconhecido do "criar algo diferente". Confiar e tecer planos para criar uma personalidade... Pois é, acabou essa etapa e agora sim... Que venham as gravinas! Parabéns povo!

Forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!

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Carteliando guitarras parte 8.

Domingueira e cedo eu já pulava do berço e me preparava para receber o Igor Assunção e o Nando Rosa para darmos continuidade às gravações das trilhas de guitarra para o futuro e já aguardado álbum debut do Cartel da Cevada. Tive de levantar bem mais cedo que o normal pois por enquanto preciso de no mínimo o dobro do tempo que eu costumava precisar para me aprontar, pelo menos até essas costelas voltarem ao normal. Enfim, lá pelo meio dia aportavam por aqui a dupla, armados até os dentes... Do mate, dos equipamentos e da cerveja. Após botar o papo em dia, confesso, fiquei muito feliz, ganhei de presente, com direito a dedicatória, o livro "Os Olhos de Borges" de Jaime Vaz Brasil, um puta livro de poesias, que aliás, ao tempo que escrevo este post, já o devorei por inteiro. =)
Novamente, muito obrigado pelo carinho e lembrança povo!
Ok, então antes que me xinguem, vamos à parte técnica da coisa. Recapitulando, Marshall 4x12" JCM900 ao centro da sala Chimango, com uma ambiência totalmente aberta. 3 cápsulas, um Shure SM57 (sem transformador) enviando para o Avalon VT737sp, um Sennheiser MD421II enviando ao Neve Amek Purepath CIB e o Cascade Gomez enviando ao Universal Audio LA610. Até aqui, nada de diferente da última sessão, exceto com o que havia dentro da técnica Farrapos... Semana passada, meu amigo André Serrano, esteve à me visitar, junto do Eduardo Rimoli, vulgo Dudu, e me trouxe um presentinho, deixou por aqui o amplificador Serrano Amps Conquest para mim "brincar" um pouquinho, e obviamente, nos divertimos muito! Como de praxe com os amplificadores da Serrano Amps, foi muito fácil achar sons muito legais e acabamos utilizando o Conquest em várias trilhas, para meu deleite e do Nando. Ainda utilizamos o Serrano Amps Classman 25 EL34 Custom Head, o Orange Tiny Terror, o rack de efeitos T.C. Electronics M-One e o pedal Marshall Blues Breaker II. O resto foi pura festa, e entre sorvidas no mate, goles na cerveja, risadas e muita música, lá pelas 19 horas, dávamos como cumprida a missão do dia. Mas o domingo não terminou por aí...


Um forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!


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domingo, 23 de maio de 2010

Foi dada a largada!

Mais uma. =)
Dessa vez pro projeto do pessoal que, por enquanto, ainda é conhecido como Chapo Punks. Enfim, eram 19 horas deste sábado quando abri as porteiras do rancho para o Vítor, Jonas, Gabriel, Eduardo e meu velho conhecido Marcel Bittencourt. O plano? Eu explico. Hoje foi dia de traçar planos, conhecer bem os temas e começar a estruturá-los para que se direcionem aos objetivos traçados. Este trabalho, que carregará frente à produção musical não somente minha assinatura mas também a do amigo Marcel, será mais um gostoso desafio, uma vez que trata-se de um estilo que gosto muito e sou fã desde criancinha, mas que nunca havia tido a oportunidade de produzir. O bom e velho punk rock!
Na área técnica nada de muito interessante, somente o procedimento padrão de pré-produção já comummente adotado por aqui, um Shure KSM44 em padrão omni "ouvindo" o que ocorria na sala e gravando nossos movimentos para posterior audição e mais fácil ajuste dos arranjos. E foi nisso que ficamos focados até a meia-noite quando demos a missão por encerrada, já com 50% do material com um atestado de "ok"! =)

Forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Serrano Amps: Victory 45.

Aeee!
Post bem atrasado, mas por um motivo de força maior desta vez... Mas bora! Antes tarde que nunca já diziam...
Trata-se do teste do bixo... Sim, finalmente, na segunda-feira retrasada, fizemos os testes do amplificador Serrano Amps Victory 45! Amplificador que estava nos deixando muito curiosos... Eu, o Dudu e pelo menos mais uma meia-dúzia de gente hehe.

Pois é, foi muito legal, pois além do infinito bate-papo, que já é de costume toda vez que o André Serrano vêm aqui, desta vez a mentalidade sobre a concepção do áudio para o vídeo de demonstração do Victory 45 seria diferente. Eu explico. Nos demais vídeos que fizemos da Serrano Amps tínhamos em mente a "transparência" do áudio, digo "transparência" em relação ao que ouvirás do amplificador em qualquer estúdio do mundo, pois nosso objetivo era "isso é o que ouvirás do amplificador em qualquer lugar que fores", pois estávamos usando o microfone padrão do mercado, uma técnica de microfonação padrão no mercado e um pré-amplificador padrão de mercado, além de utilizar toda a cadeia de sinal completamente flat. Nosso objetivo não era fazer o som mais bonito (até porque isso é muito subjetivo), nem o transporte perfeito, mas sim apresentar essa "transparência" que descrevi acima.

Desta vez porém, o André queria mostrar outra coisa do amplificador... "esse som está absurdamente fidedigno, porém ele não mostra a sensação que o músico têm ao tocar com o amplificador, e nem como ele soa ao-vivo" e foi pensando nisso que minha missão mudou e desta vez, busquei captar essa sensação e esta outra "transparência", a "transparência" de demonstrar o feeling do amplificador. Para tanto escolhi 2 cápsulas, o Cascade Gomez, enviando o sinal ao Universal Audio LA610, e o Manley Reference Cardioid mandando ao Avalon VT737sp funcionando como nosso room mic. Após acertado os microfones o Eduardo Rimolli, vulgo Dudu, sentava a palheta, depois ouvia e descrevia a sensação, nos ajudava a saber o que faltava e o que sobrava comparado ao que ele estava ouvindo dentro da sala, e assim fomos, "tweakando" a cadeia de sinal, até chegarmos o mais próximo possível daquela sensação que o músico tinha ao tocar com o amplificador... Obviamente esse transporte perfeito do feeling é meio que impossível, pois depende de milhões de fatores, como o headroom do amplificador, a resposta da sala, nossa vibração óssea, etc, mas enfim, tínhamos agora um áudio um tanto quanto "transparente" da sensação de tocar no Victory 45. E todo mundo gostou muito! =)
Mais uma vez digo, o André é um mago e esse amplificador não seria diferente, ele é muito foda!

Um forte abraço!
Life's too short for bad tones!

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