quinta-feira, 12 de março de 2009

Mais testes de acústica... Bateria e Forja.

Aee!

Ontem foi um longo dia/noite. Mas foi absurdamente produtivo e agradável. Adoro fazer descobertas, boas descobertas e aprender todo santo dia. Deixe-me explicar sobre o que estou falando.
A sala Chimango, a sala menor digamos assim, nunca havia sido minha predileta para captação de bateria. Calma, um mais desavisado poderia perguntar "tá, mas tu nunca tirou som nela?". Claro que sim, mas digamos que nunca havia parado para analisar a acústica, e imaginar como cada kit soaria lá, ajustá-lo, e então lapidar para descobrir qual seria o melhor resultado possível, para somente assim descobrir que tipo de trabalho beneficiaria-se desse resultado. Em outras palavras, por o kit lá dentro e tirar som com vontade. Foi o que fiz.

Para minha grata surpresa, mesmo com um "kit de ensaio" (tambores, pratos e peles com qualidade de estudo somente), e ainda por cima com peles que já viram uns 29739481723 invernos, bem, como eu disse, "kit de ensaio", cheguei em um resultado bem diferente, de forma rápida e natural, resultado esse que com certeza agradaria alguns tipos de trabalho. No caso de ontem, cheguei em uma sala viva, reflexiva, porém focada e sem ficar devendo nas baixas frequências. O kit soou com muita projeção, muito kick e punch sem precisar de muita atenção não. Tal resultado, digamos, mais "moderno", me agradou, agradou o Mauricio e decidimos então registrar e mostrar uma vez mais aqui. Com ajuda do Rodrigo, também da banda Forja, fizemos um registro legal aproveitando para testar algumas texturas de um som que eles estão preparando.

E eras isso por ontem, que venha hoje!
Um forte abraço!
Bring me sound and I'll make you music!

















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